Não entendo porque algumas pessoas têm tanta dificuldade de lidarem com o fato de coisas, pessoas e situações são diferentes.
Parece não haver nenhum espaço interno para que apenas "se seja", sem explicações e definições pré-concebidas e, sem que "o que se é" seja fruto de um desejo outro que não o de existir com plenitude, explorando todas as suas possibilidades com naturalidade. Nada de especialismos, de carências ou super-projeções.
Vejo o trabalho insano e o esforço infrutífero de enfiar tudo nas mesmas explicações quadradinhas e cotidianas e percebo claramente os excessos que transbordam. O triste é que o transbordo é justamente daquela parte que faria o outro ser compreendido. Não analisado, mas aceito e integrado, ainda que completamente diferente do que você está acostumado.
Sei que muitos vão gritar que seria o princípio do caos, mas não é verdade. O caos deriva justamente da não aceitação do que se é. É filho direto da não aceitação do que somos em favor de algo que acham que deveríamos ser, mas porque mesmo? Para que nos tornemos manipuláveis e fracos.
Quando você está em paz consigo mesmo e aceitando-se faz as melhores coisas por si e pros outros, pois não existe o "ruim" dentro de si. É diferente de fazê-lo por intenções políticas, por desejar alcançar uma finalidade que não viver melhor consigo mesmo.
Todo dia abro o editor para atualizar o blog e o fecho no fim do dia, cansada demais para escrever, por conta duma revisão que tem me posto os pensamentos vesgos... rs... Mas como eu adoro esse trabalho que faço, principalmente pela oportunidade que me dá de aprender coisas novas, nem reclamo!
Hoje lá ia eu fechar o editor novamente quando me disse: escreva! Não vai te consumir muito tempo.
Quero falar sobre o livre-arbítrio. Eu vinha pensando sobre ele em decorrência de uma passagem na minha vida, onde fui claramente manipulada para alterar uma decisão que havia tomado, e essa manipulação se deu por vias espirituais. Fiquei me questionando se nós temos mesmo esse tal livre-arbítrio ou se era tudo historinha pra boi dormir e a gente na verdade é marionete nas mãos de espíritos mais evoluídos que nós, até alcançarmos um determinado grau de consciência capaz de nos orientar mais seguramente.
Eis então que nesse sábado, meu mentor manifestou-se dizendo que o temos, porém que como algumas das nossas decisões são tomadas no astral e de posse de um conhecimento mais amplo sobre as situações que permearão a nossa existência terrena, deixamos algumas coisas determinadas justamente no sentido de forçarem a nossa barra (manipularem-nos) para evitar que nos desviemos do que nos determinamos anteriormente. É algo feito para não se mudar de opinião sabendo apenas de uma parte pequena e imperfeita da história, percebe?
Eu acho as mulheres hipócritas. Porém não é assim uma hipocrisia generalizada, embora seja, uma vez que se espalha e contamina. As mulheres são hipócritas, mas o são, fundamentalmente, consigo mesmas.
Principalmente as casadas ou casadouras, me desculpem. Porque não querem serem vistas como objeto sexual, mas usam o sexo como arma para manobrarem os maridos. Não querem serem vistas como empregadas, mas são as primeiras a cobrarem lealdade e fidelidade por conta de serviços prestados. Querem mudar o mundo, e no entanto, não querem que "as regras do jogo" mudem dentro da sua própria casa. Que comece pela das vizinhas. Não gostam de serem chamadas publicamente de patroas, porém não abrem mão de decidirem a vida de todos os que consideram dentro dos seus territórios, pois por serem mulheres e mães, acreditam que sempre sabem o que é melhor para si e para os outros, uma vez que acreditam que aquilo que é melhor para ela, logicamente o é para aqueles que a amam. Acham covardia trair, mas não acham covardia não olharem para o outro de verdade, ou seja, como alguém com necessidades distintas das dela.
Aliás, mulheres traem mais do que homens. Afirmo isso por conta da minha profissão e seguirei afirmando. Minha amostragem é ampla em quase 20 anos. E mais: traem com menos remorso do que eles, e se achando mais justificadas, pois 'dão tudo' e não recebem o mínimo em troca, na própria opinião.
Mulheres confundem amor com egoísmo; sexo com privilégio; casamento com propriedade; filhos com poder.
E não deixo de pensar que se elas caíssem em si, mudariam o mundo mudando apenas a si mesmas.
Vou deixar os links aqui, pois amanhã falarei sobre o assunto daquele jeito né? Como isso vem acontecendo na minha vida e a surpresa que foi ouvir justo hoje esse áudio.
É estranha essa sensação de que uma história acabou, pois já deu o que tinha de dar e te levou aonde era para levar, quando se trata da sua própria mãe...
Atesto para os devidos fins e perante todas as Leis Universais, que mereço todas as melhores coisas existentes no Universo. Mereço por fazer o meu melhor e por me amar e me aceitar, mesmo quando parece que não. Mereço simplesmente por ser criação de Deus e por Ele só querer o melhor para as suas criaturas. Porque Ele não nos cria para a dor e embora ela seja uns dos nossos caminhos possíveis, só o trilhamos por nossa escolha. Deus não nos obriga a nada. E mesmo que a dor também seja um bom caminho (todos eles o são), escolho evoluir pela inteligência e pelo amor a partir de hoje, pois preciso aprender por todas as minhas potencialidades.
Mereço o melhor por ter muito valor e tenho muito valor porque mesmo com meus erros e ignorância, não desisto nunca de aprender e de fazer o meu melhor. Estou sempre dando um jeito de seguir em frente.
Declaro que mereço e reconheço que o Universo me dá todas as melhores coisas e, principalmente, que a abundância, a prosperidade e a benevolência do Universo na minha vida são constantes e possuem as mais variadas formas. E que eu adoro todas as formas, de verdade! Elas enchem meu coração de alegria! Mas quando elas aparecem sob na forma de dinheiro, ai! Me faz delirar!
Declaro também que eu aceito todas as boas coisas vindas de Deus, mesmo quando, num primeiro momento, não as entendo como boas e fico triste. Mas a verdade é que esta tristeza também passará.
Nossa! Estava agora fazendo a parte da leitura dos meus exercícios matinais e no livro "O Extraordinário Poder da Intenção" - Ester & Jerry Hicks - me ocorreu um pensamento (na verdade uma construção de pensamentos), que me deixou emocionada e precisei colocar o teclado no colo e digitá-lo aqui no blog, a fim de não perdê-lo.
Diz o trecho: "As pessoas frequêntemente se equivocam quanto a seus papéis nesse magnífico processo de eterna expansão. Elas se consideram insignificantes no esquema maior das coisas. Algumas acreditam que Deus, ou um Poder Superior, criou tudo e que elas estão no planeta Terra trabalhando apenas para alcançar um estado mais divino ou para obter a aprovação Dele. Outras decidiram que não existe Deus e por isso não se esforçam para contribuir para o bem dos outros".
Lembrei que Alan Kardeck, no Livro "A Gênese" descreve Deus como uma "fonte criadora que jorra incessantemente". Seguindo nas suas explanações, percebemos que Deus não tem vontade própria, não do jeito que concebemos "vontade própria", pois a Sua vontade é que tenham vontade de utilizar Sua Energia Criadora constantemente. Conta que foi Jesus Cristo, secundado por outros espíritos da mesma esfera dele (em homenagem ao meu amigo Neto, cito a esfera pois ele adora o nome: esfera Crística*), quem deu forma à essa energia criando o planeta Terra e tudo o que está nele e é justamente por isso que Cristo é nosso governante planetário e tutor do nosso desenvolvimento.
O que entendi, lendo esse trecho, e nem sei explicar como - talvez um bloco de pensamento recebido - é que nós aprendemos que a criação foi algo que aconteceu no passado e que hoje, nós somos apenas consequência desse momento. Isso não é verdade: a criação segue acontecendo a cada instante e nós somos parte ativa dela, somos partículas da consciência Divina, e temos a função de seguir criando esse mundo através das nossas experiências. E por isso esse mundo abriga todos os estágios evolutivos! E é exatamente por isso que na bíblia, e em vários outros livros que "transcendentes", existe a afirmação: "somos Deuses". Entendem? Somos realmente Deuses!
Caracas!!!!
A criação não ficou lá atrás, nós não somos consequência passiva de nada; ela segue acontecendo nesse exato momento! Afff! Até chorei, pois isso é lindo por demais! A Energia segue jorrando constantemente e nós a manipulamos e criamos vários mundos dentro desse mundo: nossas realidades. Somos "células divinas" dotadas de consciência e expandindo essa consciência à medida que criamos o mundo.
Que alegria!!!
*Espiritos da Esfera Crística: todos oa grandes avatares que andaram pelo mundo, são espíritos dessa esfera e trabalharam com Jesus na materialização do planeta: Buda, Krishna, Francisco Cândido Xavier, Madre Tereza de Calcutá... Para citar apenas alguns dos mais conhecidos na atualidade.
Quantas vezes escrevi aqui, ou enchi o saco dos meus amigos reclamando que eu não sou romântica? Infindáveis. Vivia dizendo que se montassem um curso de romantismo, eu me inscreveria e o faria com a máxima dedicação, pois acho lindo de morrer pessoas românticas que conseguem dizer o que lhes vai no coração no momento certo. Pensando bem, sempre é o momento certo para se ser romântico, não é mesmo minha gente?
Fato é que venho humildemente a esse blog comunicar o que constatei há algum tempo: sim, eu sou romântica! Açucaradamente romântica. Romântica de frases e presentinhos... De encaixar bem querer nos mínimos detalhes de uma relação. Romântica, romântica, romântica!
O fato é que eu vinha tentando ser, sem amor de fato. Querendo transformar paixão em algo mais. Descobri que não sei dizer "eu te amo" por dizer. Não sou capaz de prometer o que sei, não serei capaz de sentir por mais ninguém. Não desse jeito. Posso me apaixonar, como já me apaixonei, posso até amar, como já amei outros homens, e no entanto, nunca será para sempre. Para sempre é só ele.
Hoje conversando com um amigo, quando este disse pela milésima vez que novamente estou numa relação que tem a única função de me iludir, não disse-lhe que esteve sempre certo a meu respeito, mas olhando pelo ângulo errado. Sim, passei anos tentando me iludir, acreditando que tinha a capacidade de amar outro alguém, mas não tenho, simplesmente não tenho.
Amo e sou amada é só isso importa, pois tenho o que as pessoas passam a vida procurando e a maioria morre sem encontrar: um amor verdadeiro. Durante anos, muitos mesmo, fiz o que todo mundo diz que eu devia: esquecer, seguir em frente, reconstruir. Não adiantou nada. A cada vez que me pediram em casamento, imediatamente me perguntei o que aconteceria se eu casada, ele aparecesse me querendo e a resposta sempre foi instantânea e simples: largaria tudo para ir atrás dele. Por conta disso sempre respondi não. Por conta disso nunca investi de verdade em outras relações, mesmo quando pressionada. Sim, com o passar do tempo, essa era a pergunta que sempre me fazia quando queria me medir afetivamente.
Ainda não existiu homem capaz de possuir meu coração como ele possui. Conheci homens melhores e piores que ele; mais bonitos, mais sexys, mais cultos e mais ricos; Assim como mais feios, mais pobres, mais burros e até mais gostosos na cama... Porém nenhum é ele, entende? Nenhum faz com que eu sinta que o mundo finalmente voltou para o eixo quando me olha; ou esta paz que me habita desde que me redescobri amada. E sei que o sou por que ele também tentou de todos os jeitos viver sem mim, me esquecer e seguir em frente. E no entanto, nada foi capaz de fazer com que deixasse de sentir-se vazio na minha ausência. Nós sabemos ser felizes distantes um do outro. Sabemos. E, no entanto, nada se compara à felicidade que somos capazes de possuir quando estamos por perto.
Ele pode deixar de me amar e me mandar embora da vida dele... Pode. Mas isso não será o suficiente para que eu deixe de amá-lo. Vou precisar de muitas vidas para me esquecer até de que um dia ele existiu, para apagá-lo da minha essência, pois enquanto qualquer parte minha souber dele, vou amá-lo e querê-lo.
Fico impressionada em como o mundo atual contribui para a morte da espontaneidade. Usuária do Twitter, um dia pensei: "logo, logo aparecerá por aqui alguém querendo ditar regras de etiqueta para os usuários", e não é que foi batata? No dia seguinte lá estava o Twittequeta.
Impressiona como sempre tem alguém que acha que as pessoas são incapazes de alto regulação, de gerenciar a si mesmos e, impressiona ainda mais ver que várias pessoas realmente se veem de forma tão infantilizada que acreditam precisar de alguém mais maduro para ditar-lhes regras.
E mais impressionada fico ainda com gente que não conhece uma ferramenta e execra a sua utilização. Já vi cada crítica boba feita ao Twitter, críticas que me fazem lembrar de quando assisti, anos atrás, um programa da Hebe e lá eles falavam da Internet e suas redes sociais, como algo que fosse alienar as pessoas do convívio social, mas com o detalhe de que quem debatia, não era usuário de redes. Adivinha se quem li criticando o Twitter, o utiliza?
O ser humano tem essa mania de fazer julgamentos apressados sobre qualquer coisa né? Da mesma forma como faz para si mesmo uma listinha das coisas que, considera, farão com que ele fique mais bonito aos olhos alheios, mais passível de ser amado. E geralmente o resultado é exatamente o oposto.
Porque a pessoa perde o que tem de mais precioso, que é a espontaneidade, a verdade da própria alma que acaba submersa numa série de convenções que faz com que as atitudes da pessoa exalem um tom de falsidade que, embora muitas vezes não possa ser claramente detectado, faz com que as pessoas se afastem, pois sentem "algo estranho e não confiável no ar".
E isso só acontece porque as pessoas abriram mão de pensar por si mesmas há muito tempo. Se vamos a uma festa divertida, as pessoas que provavelmente promoveram a diversão e serão lembradas com um sorriso e carinho no dia seguinte, serão aquelas que brilharam, e o fizeram justamente por não se sujeitarem às normas que apenas servem para fazer de todos nós pessoas morninhas e sem graça, mais uma rés na manada da mesmice. E é mais engraçado ainda perceber que, mesmo brilhando, ou pagando mico como muitos diriam, essas pessoas não fugiram a nenhuma regra de boa educação.
Comento isso aqui por ver que muitos dos males da sociedade atual, e de alguns amigos queridos, é justamente terem aberto mão de si mesmos para serem algo que, disseram-lhes, ficaria bem na foto. O x é que essa acaba sendo foto de um zumbi. Essa lista interminável de regras politicamente-corretas sobre como devemos pensar, sentir e agir, se já não matou, está matando, e cada dia mais, a alegria em viver, em descobrir, de ser, simplesmente ser. Faz com que a pessoa se sinta eterna e profundamente insatisfeita consigo e com o mundo. E tem como não ser se tudo passa a ser uma pincelada pálida de tão aquarelada das reais possibilidades da vida? Pior, essas pessoas começam a acreditar que exista algo capaz de descortinar-lhes novamente a vida em suas mais variadas cores, sem perceber que em sendo eles os mortos, não há amor ou morte capaz de trazê-los de volta à vida, pois amar e morrer, são atributo dos que vivem.
Adoraria fazê-los confiar em suas próprias almas. Que se permitissem amar e darem vexame. Tirarem fotografias absolutamente ridículas e colocarem-nas em álbuns e porta-retratos, simplesmente porque toda alma tem um lado brega e ridículo mesmo, mas que também é o único capaz de nos fazer rir até a barriga doer. De gravarem um vídeo cantando desafinado e a pleno pulmões aquela música que adoram e que lava a alma... De fazerem uma declaração de amor, piegas e pública sem se importarem se esse amor é ou não correspondido, pois bom mesmo é poder amar com liberdade e aceitação desse amor.
Fico pensando que se a nossa alma é a nossa real e irrevogável forma de ligação com Deus, se é a Sua representação em nós, Deus é um cara alegre, meio "bobo" e dado a pagar micos divertidos. O x é que nós O reprimimos e fizemos Dele um cara sério, vingativo e neurótico com essa nossa mania irritante de ditar regras. E como tudo o que reprimimos, Ele também volta à tona na forma de perversão e ai temos um Deus que parece sádico e sarcástico, com um humor tão negro que chega a ser cruel algumas vezes.
Assim, para mim, fica muito claro que antes de nos perguntarmos porque Deus está nos tratando de uma determinada forma, é melhor nos perguntarmos de que forma O temos tratado em nós. Com quase que absoluta certeza perceberemos que a falta de humor para com a vida é só nossa. E o pessimismo também. E assim sendo, não importa onde ou com quem estejamos, a vida será sempre insatisfatória e um vôo raso, ao invés de um rasante.
Acordei com o ciático doendo e achei por bem, para evitar crises como as que já tive, ficar em casa recolhida, já que vinha sem descanso algum há mais de 8 dias, o que é proibido para os que sofrem dele.
Também vinha pensando na situação financeira, que embora não seja ruim, ainda não chega perto do que quero que é poder respirar completamente despreocupada dos valores das contas e que eu não sei o que fazer para chegar nisso e nem sei se isso depende de mim, pois sei que a minha parte venho fazendo. Ai antes de dormir li num livro um exercício chamado "Entregar ao Gerente" que é um treino da percepção de que não vamos a lugar nenhum se não entregamos nossas vidas ao fluxo divino para que Ele nos realize. Hoje escolhi um áudio do Gasparetto para ouvir e adivinha só se o assunto não era exatamente o mesmo? Ok! Entendi claramente o recado! Coloco o áudio aqui pra vocês também aproveitarem-no.
É, eu sei que o blog está meio abandonado, mas têm sido tantas coisas nos últimos dias. Porém, mesmo com as crianças todas aqui, de sexta em diante pretendo voltar à minha programação normal.
Hoje mesmo tem a comemoração 2, com os sobrinhos que chegaram amuados, pois viram as fotos do bolo no Orkut, porém abriram um sorrisão quando eu disse que tinha um bolo para comer com eles.
Amanhã tem a comemoração 3, na verdade uma bebemoração, de tarde, lá no Bar Filial com quem não pode vir no Domingo e semana que vem tem mais uma lá no CRI, mas faz de conta que dessa eu nada sei... rs...
E nesse entre-meio eu vou pensando algumas coisas, por exemplo, em como é difícil permitir que os outros sejam o que são sem me incomodar com isso, mesmo que não me atinja diretamente. Uma das coisas que mais me incomoda é o povo pseudo polido e educado, que quer parecer bonzinho, só para não bancar as reações que suas atitudes podem suscitar se forem explicitados os seus reais motivos. Se você não tem coragem para assumir seus desejos, porque justifica com mentiras as suas atitudes? E o irritante é a pessoa achar que é "a esperta" e que o resto do mundo é idiota e nunca saberá os motivos por detrás... É, me irrita a arrogância em qualquer circunstância, mas quando ela vem envolta em pele de cordeiro, ai! Que ó-d-e-o! rs...
Porque é perverso né meu povo? Essas atitudes clamufadas, são extremamente perversas e maldosas, pois não permitem ao outro se proteger claramente da agressão sofrida, pois a pessoa fica perdida no meio da mensagem de duplo sentido. Perdão né? Mas quer ser do bem? Assuma o que faz e deixe os outros saberem quem você é. Não precisa ser perfeito mas, com certeza, não existe necessidade nenhuma de ser falso.
Esse final de semana teve uma tônica, pois várias pessoas, e das mais variadas formas, me questionaram sobre a relação com a própria mediunidade e, principalmente, como confiar em seu processo mediúnico e naquilo que se manifesta através dele.
Muitos podem julgar que a mediunidade é uma benção, algo que torna aqueles que a possuem especiais, porém não conheço um só médium que, possuindo um mínimo de bom-senso, tenha passado tranquilamente pela sua iniciação e desenvolvimento. Ela pode ser uma benção, mas é daquelas que estilhaçam vidros e muitas vezes nos fere...
É verdade: ninguém pediu para ser médium, simplesmente se é. E a maioria de nós o somos, em maior ou menor grau, posto que existem várias modalidades mediúnicas, sendo que algumas delas são muito sutis, como a premonição, por exemplo. Aquelas pessoas que sentem que algo vai acontecer e acontece mesmo? Essa. Mas "a porca torce o rabo" quando se é médium de incorporação e a dúvida é, 99% das vezes, baseada em: "quem é que fala? Eu, ou realmente há um espírito que fala através de mim"?
Quando me fizeram a pergunta nas primeiras vezes, não respondi por, sinceramente, não saber como fazê-lo. Foi apenas depois de escutá-la por quatro vezes que uma resposta começou a se formar em mim. Comecei por pensar que se somos todos espíritos, sempre será um que falará através do médium, mesmo que seja o dele. Não, não é uma resposta no estilo Seu Lunga, acompanhe meu raciocínio: se nos acreditamos que temos uma vida que se traduz em vários estados de consciência, várias encarnações e que cada uma dessas passagens entre astral e corpo físico traduzem uma personalidade que vai se modificando conforme vai aprendendo, é bem possível que num dado momento especial, uma dessas personalidade emerja para falar exatamente de um aprendizado, vivência e conhecimento do qual tem domínio e que, por ser desnecessário nessa vida, por estarmos desenvolvendo outras aptidões, ficou ali, depositado no inconsciente, mas em estado latente. O Carlos Zara, ator e também espiritualista, uma vez falou disso numa entrevista no JÔ Onze e Meia.
Isso me leva a minha primeira conclusão e esta me leva a algo que minha Entidade Guia repete incessantemente nas suas manifestações, assim como todo espiritualista sério também o diz: não importa quem diz o quê, importa apenas o que é dito. Ou seja: o nome, a entidade, tudo pode ser um engano, uma encenação proposital, mesmo que praticada por uma personalidade não física e diferente de nós. A única coisa que realmente importa e a qual temos de nos ater tanto enquanto médium, quanto enquanto aquele que ouve é o conteúdo da mensagem. É esse que deverá ser avaliado, analisado, pesado e nos dirá, com segurança, do que estamos sendo mensageiros. A mensagem é realmente boa, faz bem, ajuda as pessoas como se propõe? Então, de verdade, que importa quem a disse? Não existe ai uma necessidade do médium de favorecer o próprio ego, ou, mais provável, um desvalor quanto aos seus próprios aprendizados espirituais?
A segunda conclusão a que cheguei e a mais importante ao meu ver, e ai partindo da minha própria experiência na trajetória mediúnica - também passei muitos anos duvidando - foi a de que a credibilidade na sua própria mediunidade é, em verdade, a credibilidade na sua própria alma. Isso porque, sempre, a primeira será uma expressão pura da sua relação com a segunda. É a confiança que você tem na sua alma que se traduz na sua mediunidade. Pois sua alma não se expressa em palavras, mas sim em emoções, intuições e percepções extra-corpóreas e corporais, para as quais há de se estar plenamente aberto para permitir e compreender. E, infelizmente, não há nada que ninguém - entidade física ou não física - possa fazer, ensinar, dizer, para que facilite esse processo que é único e só pode ser promovido por você.
O segundo é um exercício para o fluxo de dinheiro, mas pode e deve ser aplicado para trabalhar a libertação de todos os papéis pré-determinados que temos na vida. Sabe aquele roteiro de como devemos agir/pensar/sentir enquanto pais, casal, filhos, nora, genro, sogros, parentes, professores e o escambáu a quatro? É, aquele script do mal que nos foi transmitido culturalmente e que só serve para criar expectativas e cobranças nocivas, pois impedem que vivamos as situações e pessoas com a sensibilidade da nossa alma? Esse mesmo.
Esse áudio é um dos que considero como mais importante no processo do despertar da consciência. Nele o Gasparetto está, a maior parte do tempo, literalmente gritando. Sabe aquela "comida de rabo" que a gente, às vezes, merece levar para entrar no prumo? É esse áudio.
Ele fala do poder pessoal, mas principalmente de como nos destituímos dele em favor do outro, por nada, como consequência da educação e cultura distorcidas.
No último post a Elaine comentou que tinha medo de ter poder irrestrito sobre a própria vida e eu fiquei pensando nisso. Sim, é claro que eu já tive esse medo, mas um dia me dei conta, com clareza absoluta, que sempre tive esse poder, só que como era inconsciente, eu creditava os acontecimentos ao destino, à vontade de Deus, aos carmas. O problema da falta de consciência é que você paga um preço, na maior parte do tempo negativo, por ela. Hoje prefiro saber o que estou pagando, porque TUDO tem seu preço: coisas boas e ruins - e perceber que existem ajustes a serem feitos e me divertir com isso.
Percebo que outro forte motivo para não queremos tamanho poder, é a fantasia de que poderemos fazer um uso absolutamente nocivo do mesmo. Como nós, seres imperfeitos, cheios de defeitos, malvados e amargurados, invejosos e vaidosamente babacas podemos querer manipular a realidade, mesmo que apenas a nossa, se ela recaí sobre a de outras pessoas? E é ai que vemos o quão distante estamos da Fonte da Vida, pois esse grau de poder implica num alinhamento profundo e constante com a FONTE, com Aquele que muitos chamam de Deus... Você não vai conseguir mais do que consegue atualmente, se não se alinhar com Ele, se não rever as suas posturas interiores e não se trabalhar positivamente. Percebe?
A única decisão de fato a ser tomada é se você quer passar a assumir integral responsabilidade por você, ou não.
Um àudio do Gasparetto sobre as armadilhas do coração, ou seja, as crenças que temos em relação às relações afetivas que nos são nocivas e prejudiciais. A qualidade dos àudios não está lá essas coisas, portanto regulem pra ficar menos grave e conseguirem escutar melhor.
Luiz Antônio Gasparetto: Armadilhas do coração -Parte 1 e Parte 2.
Parece, apenas parece-me, que você está apto a manipular a sua própria realidade quando consegue ter consciência nos sonhos e alterá-los pela própria vontade. É a terceira vez em menos de uma semana que leio alguém diferente dizer isso.
Ai me dei conta que manipulo sonhos há mais de 20 anos. É, se tenho pesadelos, sei que são pesadelos, observando os aspectos absurdos e interfiro neles, os mudo. Mas não só pesadelos, veja: hoje sonhei que estava fazendo uma viagem para passar o final de semana no sítio de uns amigos e me dei conta que o tempo seria invernal e que na mala, apenas levava roupas leves, para o calor. Comecei a me sentir angustiada e fazer mil planos de como comprar roupas para não passar frio, até que uma hora pensei: isso é um sonho, pois esses meus amigos não têm um sítio. Então vou refazer minha mala aqui mesmo e colocar roupas de inverno, aliás, vou colocar umas roupas bem legais que nem tenho e foi o que fiz ali mesmo, sentada no carro (via a mala se transformando à medida em que eu escolhia roupas, imaginando isso), ai segui tranquila no resto do sonho.
Conclusão: não sei se fico brava por ser tão lerda, ou feliz por perceber que eu estava no caminho há mais tempo do que supunha.
Aqui está o áudio para ouvir antes de dormir. Confesso que escutei mais esse do que o para a hora de acordar, pois nesse horário prefiro meditar e fazer as minhas afirmações pessoais, cultivar a sintonia com o bem.
Quero ressaltar que os resultados chegam com a prática constante. Nada vai funcionar se você fizer uma ou duas vezes, uma ou duas semanas, pois, embora os resultados possam se parecer com mágica depois de um tempo, quando as coisas começam a acontecer numa velocidade grande, isso só rola depois que você fez o que os Abrahams chamam de pré-pavimentação. Aliás, é a sua pré-pavimentação negativa, feita por anos e anos seguidos pensando num futuro cheio de dificuldades, de uma vida dura e sofrida, de relações difíceis e causadoras de poucas alegrias e muitas lágrimas, que faz com que a virada de sintonia leve um tempo para acontecer. Pois se a tomada de posição em manter-se no positivo é sincera, você ainda terá muitos momentos de oscilação emocional e é por essas brechas que essas programações antigas ainda passarão e acontecerão na sua vida.
Também não estou dizendo que você nunca mais terá dificuldades a superar. Essa é uma crença infundada que criamos quando achamos que se fizermos tudo certo, estaremos protegidos daquilo que qualificamos como mal. Nós vivemos num mundo onde, minimamente, mortes acontecem e essas nos afetam. Além disso, vivemos num mundo onde todos criam deliberadamente e algumas criações tocam a nossa sensibilidade. Ainda. sem contar que o Universo tem um senso de humor peculiar e é muito, muito preciso: Ele quer que você saiba, detalhadamente e sem nenhuma sombra de dúvida, quais são as coisas capazes de te fazer feliz. Enquanto sentir que suas vibrações apresentam indefinições, por menores que sejam, Ele vai enviar experiências que te ajudem a perceber de forma cada vez mais clara o que você realmente deseja.
São inúmeras às vezes nas quais vejo pessoas que já têm algum conhecimento da Lei da Atração reclamarem que o Universo não entendem o que elas estão querendo, como se apenas dizer uma vez e gritar quando estão de saco cheio e desgostosas com a vida resolvesse o problema.
E uma parcela de "culpa" por esse comportamento é dos divulgadores do "O Segredo", quando disseram que basta que você peça uma vez e o Universo se incumbirá de realizar. Isso pode ser verdade, em algum momento quando você já está internamente tão modificado que o seu alinhamento com o Mesmo é tamanho, propiciando que Este se manifesta em sua vida sem nenhuma resistência da sua parte. Deu para entender né? No ponto evolutivo em que está a maioria de nós, temos é que trabalhar sim, e muito e cotidianamente para que esse alinhamento aconteça.
O que acaba acontecendo em decorrência dessa má informação é que as pessoas não dedicam nenhum poucos minutos do seu dia a pensar e sentir sobre as coisas que lhes fazem bem, e querem que o Universo tenha para com elas o carinho e consideração que elas mesmas se mostram incapazes de ter. Não rola né? O Universo é nosso espelho fiel: vai refletir exatamente aquilo que você Lhe mostrar. Pode acrescentar imagens, como se fossem uma paisagem ao fundo, mas essa sempre será pertinente ao contexto que você criou.
Todos temos dificuldades em algum ou em vários níveis e se não nos dispusemos a trabalhar-nos para superá-las, não existe nada no mundo que será capaz de mudar a nossa vida: nem Deus, nem Jesus. Você é e sempre será o instrumento pelo qual Eles poderão se manifestar e não, um instrumento nunca será eficaz se não se dispuser verdadeiramente a isso. Um bisturi de extrema precisão é capaz de realizar sua missão, mas apenas depois de ter se submetido à forja e ao processo delicado de afiação, nunca enquanto estiver no estado bruto do metal.
Quando você espera que as coisas aconteçam mágica e alheatoriamente, está apenas agindo de forma mimada e, tristemente, se privando de um enorme potencial evolutivo. Temos a maior dificuldade em lidarmos com o conceito que tudo é responsabilidade nossa em nossa vida, mas não é interessante que ainda assim arquemos 100% com as consequências de todas as nossas ações? Que nada, absolutamente nada, escape à Lei? Então, mais uma vez é uma questão de escolha. O o que você prefere: ser vítima inconsciente de si mesmo como tem acontecido até hoje, ou iniciar um processo no qual você saberá quais as consequências, pois sabe o que está escolhendo, mesmo quando não são as suas melhores escolhas?
Se você prefere assumir seu potencial e desenvolvê-lo, faça isso, mas trabalhe, dedique tempo a isso, estude, procure viver plenamente o presente sem desculpas! É a única forma, embora a forma não tenha uma fôrma, não tenha uma receita. O Universo determinará sua rota quando você verdadeiramente se dispuser se colocar a caminho.
P.s.: por ter escrito alguns conceitos digitando muito rápido e sem nunca ter pensado neles sob os aspectos aqui expostos, acredito não ser apenas eu a autora deste texto.
Uma das primeiras coisas que fiz e com a qual consegui bons resultados, principalmente físicos, como a diminuição do colesterol, foi ouvir os áudios da Louise Hay para a manhã e para antes de dormir.
Para quem quiser fazer a experiência por 60 dias e ver o resultado:
- E as novidades? - Tem nenhuma não. Tá tudo bem. E eu sabia que tinha dado a mesma resposta na nossa última conversa. - Nada? - Assim: as coisas muito significativas que estão acontecendo, estão acontecendo dentro de mim. E ai são muito longas para serem contadas assim num interurbano que tem de ser relativamente breve.
É, eu ando meio sem assunto, pois ando muito atenta a mim mesma. E embora sofra do mesmo mimetismo da humanidade, não consigo agir como a maioria das pessoas que acha normal e super bacana falar o tempo todo de si e apenas de si, não importando se o outro está interessado ou não.
Eu sempre me pergunto: o que isso sobre mim vai interessar a alguém?. Por isso o blog acaba sendo o lugar onde falo mais de mim. Aqui as pessoas veem por escolha e se não estão a fim de saber aquilo sobre mim, clicam no x e ponto.
Porém sei que nas relações essa minha característica acaba atrapalhando um pouco, ou muito. É que as pessoas não conseguem entender que, geralmente, não estou tão interessada em suas vidas quanto elas acham que eu deveria estar se as amo. Na maioria das vezes, quero saber coisas essenciais sobre elas e não aquele bláblábláblá incessante e irritante sobre o nada. "Você está feliz? Está tudo bem com você?" São perguntas sinceras que faço e muitas vezes, elas me nutrem e calam em suas respostas. Eu prefiro que a pessoa fale de si expontaneamente, mas odeio quando falam apenas pra preencher o silêncio sabe? Eu consigo me sentir bem mesmo se estiver calada perto de alguém. Poucas vezes o silêncio me é constrangedor.
E falar de mim nesse momento é falar muito dos meus processos internos e da percepção gradativa do quão é diferente a minha percepção do mundo, e de mim mesma, depois que descobri que a vida não é minha inimiga e que não estou numa batalha. Do quão profundamente isso vem mudando TODAS as perguntas que me faço e as respostas que recebo. Do quanto os medos que ainda tenho escondidos estão aflorando e então posso trabalhá-los com calma e com carinho.
É falar de como tenho deixado de ser inimiga de mim mesma na verdade, justamente quando me percebo ali, armada até o último fio de cabelo por conta de uma experiência passada que não deixei para trás... É falar sobre como me sinto cada vez mais conectada com o Universo e isso me torna cada vez mais terrena, mais capaz de viver aqui.
Nunca li e reli tantas vezes o mesmo livro: A lei Universal da Atração. Leio com cuidado, estudando cada parágrafo e sondando seus sentidos mais ocultos, pois é um livro de perguntas e respostas. De todos os que li até agora é o mais completo e profundo nos ensinamentos, embora aparentemente possa não parecer.
Até hoje nunca tinha tido um livro que eu pudesse dizer: "Nossa, ele realmente transformou a minha vida"! Agora tenho!
E sim, quando for falar dele o farei de forma muito, muito detalhada.
"E quando se quer gritar bem alto, bem alto mesmo, como é que se faz? Pra apaziguar as feras, pra espantar os fantasmas, pra dissipar o nevoeiro".
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"Que tudo gire em torno da alegria, da vontade de viver. Por mais turbulência que apareça. Porque viver vale a pena. Mesmo que um minuto. Imagine então uma vida inteira?
É isso aí".
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"Ter os pés no chão o tempo todo me entendia. Gosto de ter a cabeça nas nuvens"...
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"Podem ser metáforas, parábolas, contos-de-fadas, histórias fabulosas ou o que quer que seja. Gosto da vida com temperos, com fantasias: pra que simplificar se o floreado salta aos olhos e aguça os ouvidos? Amores possíveis, grandes aventuras, detalhes saboreados, apesar de algumas vicissitudes da vida... uma das coisas que aprendi é que se deve viver apesar de. Apesar de, se deve comer. Apesar de, se deve amar. Apesar de, se deve morrer. Inclusive muitas vezes é o próprio apesar de que nos empurra para a frente. Foi o apesar de que me deu uma angústia que insatisfeita foi a criadora de minha própria vida." Clarice Lispector, sabe?!
Tento botar pra fora o turbilhão de coisas que está na cabeça e tentar externar o que o interior vê, querer que o outro me veja como eu o vejo, querer que as pessoas entendam o que e como eu entendo; talvez seja muito o querer, muitas as expectativas. A fantasia me (co)move. E acho difícil mudar, mesmo porque o rio ainda está longe e eu talvez seja mesmo um tolo, que não quer deixar de ser assim".
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"... Mas quem perde tem a possibilidade de achar. E acho que não quero achar nada do que ficou pra trás. O horizonte à minha frente me interessa. Go west, rapaz"!
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"E o teu céu, que cor ele tem"?
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"...Porque sou meio assim, tenho pressa. Eu não soube sequer esperar pra nascer"...
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"Muitas vezes, o final da história nem é tão feliz assim. Queria saber onde foi que eu me apeguei aos finais felizes. A depender deles pra história ser completa. Felizmente (ou infelizmente), nem todos os finais se encaixam. O mocinho pode não ficar com a mocinha do filme. De repente, eles nem nasceram um pro outro. Podem aparecer no próximo filme com seus novos parceiros, com a casa nova, com o cachorro novo. Em outra cidade, em outro país. Em outro mundo talvez. Ou nem mostrem isso no próximo filme. Se houver a continuação. Ou então, vão usar os mesmos atores em outra história, em outro contexto, em outra galáxia. Mexe um pouco o cabelo aqui, muda as roupas ali e pronto. Com um toque de mágica (não se encaixa falar sobre a fada madrinha da Cinderella aqui), são novos personagens. De velhas histórias. De novos mundos. Porque as coisas nem sempre têm que fazer sentido. Como este post. Enquanto isso, nossos filmes são rodados. Estão gravando agora? Ou isso vai pro Vídeo Show"?
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"Não, eu não gosto de despedidas. Nunca gostei. Desde pequeno soube que não lidaria bem com perdas. Levo quem vai, busco quem chega. Mas bate a tristeza com quem vai - o choro torce a boca e mareja os olhos... Não, não importa o tempo lá. Importa que não está mais aqui".
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"E agora, que eu tenho "cara de nuvem"? Com que cara fico eu? Devo ir chover noutra freguesia"?
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"...É engraçado como a memória da gente guarda TUDO, só precisa ser acionada. Deu pra lembrar os cheiros, os sabores, os gostos. E as coisas caminham. A vida tem seus caminhos tortuosos (ainda bem, que linhas retas me dão sono), suas serras, suas paisagens... E a gente, ali, no meio disso tudo, naquela ansiedade toda pra ver onde a estrada atual vai levar, onde é a próxima encruzilhada pra se escolher o novo caminho. Você pode só ficar sentado e ver as coisas passando pela sua janela. Ou arriscar. Sabe no que vai dar? Pois é. Nem eu. Mas quero ver. Porque acho que tudo é assim. Feito de escolhas".
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"...Nesses quase trinta anos de existência, posso dizer que muita gente me cercou. Alguns que se cercam ainda, outros que foram fincar suas raízes em outros terrenos, outros que foram como a brisa, que veio, refrescou o dia, suavizou as folhas das árvores e foi-se embora. Brisa, tormenta, ventania ou as folhas que se projetam ao chão, em planos quase verticais, pela falta do que as embale quando caem. Acho que meus amigos são assim, como o vento, em suas tantas vontades, e que não pedem, se achegam, e deixam suas lembranças num caderno imaginário que volta e meia folheio. E bate uma baita vontade de ter desenhado suas silhuetas, de ter colado nossas fotos, de ter escrito tudo num livro: pra nos reunirmos de novo, darmos boas risadas, rever nesse tempo todo tudo o que aconteceu. Ei, povo!!! Cadê vocês, hein??? Por onde têm andado? E tem os novos, que se achegam de todas as procedências. E ter vocês por perto é força. Nem sempre as escolhas que fazemos nos deixam ter a segurança que tentamos passar, mas que só os nossos abraços e sorrisos trocados valem todo o existir. Quanto a você, meu chuchu®, alguém mais que amigo, que presencia cada coisa (!!!): te deixo aqui beijos e abraços muito apertados (daqueles, bem balunianos, só nossos)... Ô pessoas, que bem vocês fazem!!!!!!
Acho que hoje tô meio nostálgico... (será?)
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Trilha sonora: Maria Bethânia - Brincar de viver (é, realmente, hoje a nostalgia me possui...)
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"Refletir, transgredir, ouvir de novo a própria história quando contada pra alguém. Verdades absolutas são muito irreais pra serem verdades. Confiança, humildade, habilidade para aguentar o tranco, cair de pé no fim da queda"...
- Alô, é da casa da Joana, aquela que tralálá-tralálá?
- Meu Deus...
- Você trabalha de roupa?
- Menino, quantos anos você tem?
- 18 (devia ter uns 14 na verdade).
- E você ainda passa trotes? Vai bater punheta ou comer alguém!
Tum, tum, tum, tum...
Minha prima tá rindo lá no outro quarto e eu também começo a rir...
Ai o telefone toca de novo e eu, achando que eram eles novamente, pós-susto, digo:
- Não atendam, é trote!!
E o telefone toca, desligam, toca de novo, desligam, toca, e toca, e toca até que minha mãe resolve dar pro meu irmão atender com voz de macho:
- Alô! - ... - Oi tia! Tudo bem e com a senhora?? - ... - comigo tudo bem, pera, vou passar pra minha mãe. - Oi Dezi! - ... - Não, é que tinham uns meninos passando trote aqui...
Nisso eu e prima Ana estamos dobradas de dar risada.
Minha mãe fala com minha tia, desliga. Logo em seguida o telefone toca, eu atendo:
- Moça, desculpa a ligação anterior, foi meu irmão quem ficou falando bobagens... (era a mesma voz)
- Desculpo sim, mas diz pra ele não ligar mais, pois tenho bina e posso ligar pro seu pai reclamando, tá?
- Tudo bem. Desculpa ai viu?
- Tudo bem.
Pois, rs... E num é que o moleque concluiu que eu era mesmo uma ameaça? rs...
A festa ontem foi maravilhosa! E não tinha como ser diferente né? rs..
Um dia lembro de fotografar minhas produções culinárias antes que elas desapareçam, juro! O molho de shimeji de ontem ficou espetacular!!! Mas quero, em especial, agradecer à Juliana que, gentilmente, picou muito shimeji e cebola roxa tornando decisivo que o almoço pudesse ser servido em tempo hábil. Thank's gata! Tu arrasou de faca na mão!
Quanto ao vinho uma constatação: bebida capaz de me deixar completamente "bêuba", é verdade. Superego suprimido é pouco... rs... Mas adouro o fato dele não me deixar com ressaca!
Ah! Um dia que começou comigo sendo paquerada enquanto esperava o ônibus, com direito ao cabra passar com o carro do outro lado da rua, e voltar minutos depois devagarinho e dando farol - embora eu me tornasse dura pela surpresa - só poderia ter terminado bem como acabou!